sábado, 7 de janeiro de 2012

O Pincel e a Tela

Pergunto ao Pincel quais razões poderiam existir para esmorecer
diante da Tela?

O Pincel para por alguns segundos e diz;  talvez tenha sido o fato de chegar perto da Tela
e lá, me deparar com  formas figurativas que não foram elaboradas por meus movimentos,
ou quem sabe foram as promessas não cumpridas pela senhora Tela. Pois ela havia viajado
dizendo que a distancia seria diminuída através de telefonemas que por sua vez não aconteceram,
logo me sinto no direito de rejeitar ou negar meus anseios ainda que essa negação me faça sofrer, quem sabe assim a insensível senhora Tela se adverte que sua postura insólita me magoou.

- Em seguida dirijo a mesma pergunta à Tela que prontamente responde; caro Pincel talvez tenha omitido
algumas figuras existentes em minha vida para você, no entanto vejo  por sua rigidez,  que atribuiu a condição de abortar nosso projeto por pensar que meu  intuito era de usar sua astis e abandonar-te até o próximo desenho em meio ao norte da cidade.

Confesso amado Pincel!
- falhar! é natural sabia?

Compreendo seu pressuposto transeunte. Agora pare,  pense! responda para o espelho pois assim não terás necessidade de mentir...
É justo negar essência natural?
Deixar o orgulho comprometer  na composição de  tintas novas composta por cores quentes, alegres, saltitantes, brilhantes em  nome do que?

Castigo por um crime ensaiado não executado, releve querido Pincel pense em tempos reais lembre das sabias palavras do mestre Ghandi "Só existem dois dias do ano em que não podemos fazer nada. O ontem e o amanhã."

Portanto querido Pincel  faça hoje,  novas linhas,
expresse, use, abuse das formas psíquicas inimagináveis, seja dono de você. Domine sua vontade, pois ela é traiçoeira.
- Pare! continua  no condicionamento Pavlov, será que você consegue criar uma reação sem experimento?
posso   ter ousado em usar tais palavras no entanto acho que são cabíveis diante de tal covardia.


Eu, o Tripe  vos digo .
 Tais respostas   escondem  extraordinários desenhos em meio à rascunhos.

Tomei litros de risadas ao ouvir ingenuas explicações!
    Hipotecarei  tudo no meu banco de memorias, não póstumas claro.



Nica Gomes
   

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