sexta-feira, 5 de abril de 2013

Drapeado estopor

Tragedia  amar e odiar... obrigado à obrigar ,
 fato infati...obrigou lagrima madura quase sem cura!
escorrer naquela maçã madura caramelada de branca dor...
desarmada por rebelde clamor, quente do paradoxo sentido, do ingarrido estopor
experiencia liquida lúdica quase pudica.
gesto de protesto... 
quebra, joga jarra  como nota de guitarra que se estirou...
- falo do fálico desejo da branca dor. - falo casto castigo de ver estupido ruido corromper
aquele que outrora chamara gemido. 
Final inexistente mas muito potente por náuseas do amor!
Ansiedade sem verdade talvez sem coragem, talvez uma cidade chamada diversidade. Não, não é muito dialeto é tristeza sem teto... é aranha  rasgando a entranha da inerente vontade sem dente querendo mastigar o verbo acabar
Acabar drapeado parecendo fardo, ardo ardor  de vestir farda de árdua guarda da estrada sem amor.

Nica Gomes

Um comentário:

  1. eu te amo de verdade com muito amor, com muita vontade de viver com você.
    te quero
    te amo

    ResponderExcluir

Agradeço seu carinho!

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