quinta-feira, 22 de maio de 2014

Emoções

A dor com  uma postura ereta sentada numa banqueta em frente a um  lugar curiosamente conhecido como galpão da morte, observava a vida sem vida!
 mas de repente, 
resolve levantar, devagarinho para matar sua curiosidade e adentrar,   observar os olhos letais daquele buraco.
Quando sem explicação, do nada! surge  ruidos...
São  passos arrojados, agitados   rapidamente a tristeza vem chegando
a dor vai ficando tensa corre até o lavabo abre a torneira e lava a cronologia juvenil  em água gelada
enquanto cronologia chora, grita!
 A dor solta a cronologia,  sai correndo ao encontro do desespero.
 Os dois caminham
em passos largos olhando o tempo todo para traz  fugindo da tristeza  e da cronologia, assegurando que ambos  não os alcançassem..
  Porém o destino entrou em cena,   colocou dor e desespero  numa viela do passado magoado!
- logo a dor e o desespero entram numa desestrutura emocional onde existem frágeis astis melancólicas, eles avistam de longe  uma grande janela e no calor da emoção  cruzam as mãos, e pulam!
porém
   ficam pendurados
numa parede de tijolinho à vista 
E da-lhe vista nisso...
à vista
do
 "paraíso das idéias e ideais para viver".  

Nilzangela Souza

Casa do Poeta de São Paulo

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Presidente Wilson Jasa, Vice Presidente Adriano Augusto, Embaixadora Cultural

Movimento Poético

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Maria Ruth

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Titulo - Criação By Nicah Gomes

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