segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Razão bruta

Emoção foi embora, saudade ficou  vazia. Cresceu a lua encheu a noite; " à la  lobisomem "
Espinheira danada essa tal saudade!
A razão bruta faz  gelo quente, faz a mente virar juju!
Juju me remete à Dona Tintina toda manhã passando cheia de molambo e sua trouxa de trapo. Caminhava sem parar os  trezentos e sessenta e cinco dias cumprindo suas promessas a Deus!
Lembrar daquela senhorinha me fez sentir o cheiro do medo, o desconhecido pois a casa de dona Tintina tinha fama de mal assombrada, somente de passar na frente do enorme portão de sua chácara  meu pequeno coração palpitava, meu ritmo acelerava, enquanto a casa de dona Tintina não saísse do alcance de minhas pupilas, meu coração não sossegava. Engraçado o desconhecido nem sempre pode ser ruim, mas a sensação é sempre ruim.
A ingenuidade é bruta? ou cega? o medo é ruim? ou ruim é o medo?  é sabido que todo bicho bruto esta acuado! então porque é tão difícil captar? são tantos os poderes sobre as sensações que a própria razão bruta desconhece.



Nilzangela Lima.

Casa do Poeta de São Paulo

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Presidente Wilson Jasa, Vice Presidente Adriano Augusto, Embaixadora Cultural

Movimento Poético

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Associação de Poetas Portugueses

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