Penso em pensamento! em palavra que aspira à degradação
essa ausência tão ávida
gota de vinho rubra sobre a mesa de metal
Começei provando o doce e acabei tocando o amargo, o vento parou expectativa expirou
em beco funilado.
Teus fios delicados como pena de pássaro
Chovendo enchendo as ruas e cacimbas
Abandono as margens antigas, repouso meus ossos perversos em aguas mansas.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Delirios

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